12 de agosto de 2022



O Brasil é um dos únicos países do mundo que seguem crescendo em meio a uma crise mundial.

Tivemos uma pandemia recentemente, caso o leitor
nem lembre mais disso. Como reação, governadores e prefeitos, com aval supremo,
acharam que era “científico” manter todos em casa sem poder
trabalhar. O presidente Bolsonaro alertou que isso era um erro e que tínhamos
que olhar para a economia também. Mas o outro lado demonizou como insensível
tal postura prudente, e repetiu que a economia ficava para depois.

O depois chegou inexorável em sua cronologia. Como
resultado, mais inflação e menos emprego. O outro lado, o mesmo do lockdown,
passou então a culpar o governo federal por isso, sem sequer mencionar a
existência da pandemia – é como se ela nunca tivesse existido. Cada número ruim
era responsabilidade de Bolsonaro, e ponto.

Ocorre que, se as mortes durante a pandemia,
jogadas na conta do presidente, não foram responsabilidade sua, a recuperação
econômica mais forte do Brasil foi, sim, mérito direto do governo. E é daí que
vem o desespero da turma que fala em “despiora” e lamenta ter de dar
notícias boas sobre nossa economia. Elas, porém, indiferentes aos apelos dos
que torcem contra, continuam vindo com toda a força.

Enquanto o FMI prevê um cenário sombrio para a
economia global, o Brasil é um dos únicos países com melhora das projeções. A
projeção subiu de 0,8% para 1,7%, convergindo com estimativas que o governo
tinha. O desemprego, divulgado hoje, recuou para 9,3%, o menos índice desde
2015.

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Já os Estados Unidos estão em recessão técnica, em
que pese o esforço do governo Biden para alterar a definição do troço no afã de
alterar a realidade, e o PIB americano deve cair 0,9% no segundo trimestre.
Isso num cenário de inflação acima de 8% ao ano, a maior em 40 anos!

Dos nossos vizinhos é melhor nem falar. O Chile,
que mergulhou no esquerdismo, já não deve crescer nada este ano, enquanto a
Argentina lulista afunda no completo caos venezuelano, conforme Bolsonaro
previu. A inflação deve bater 80%, a moeda não vale mais nada, a miséria
disparou. Mas o governo, ao menos, está impondo a “linguagem neutra”
em seus ministérios…

O discurso econômico, que a oposição achou que
seria seu grande trunfo a reboque da pandemia, é o que mais interessa ao
presidente em sua campanha de reeleição. A confrontação dos dados econômicos
brasileiros com os de nossos vizinhos ou mesmo com os americanos mostra um
Brasil firme e forte, e isso terá peso nas eleições. Ninguém gosta de mexer em
time que está vencendo…

 

FONTE:
GAZETADOPOVO.COM.BR


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