12 de agosto de 2022




Presidente discursou no Conselho Federal de Medicina

O presidente Jair Bolsonaro (PL) discursou, nesta
quarta-feira (27), na sede do Conselho Federal de Medicina, em Brasília, em
encontro não previsto na agenda oficial. Durante sua fala de aproximadamente 10
minutos, o chefe do Executivo exaltou as ações do governo federal na área da
saúde, em especial no tocante à pandemia, e ironizou os integrantes da cúpula
da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid-19.

Na ocasião, Bolsonaro chamou o senador Randolfe
Rodrigues, vice-presidente da comissão, de “especialista em medicina
intergaláctica”, e insinuou que o parlamentar “fala fino”. Ao fazer tais
declarações, o presidente recebeu aplausos do público.


– Eu podia ter acabado com a CPI da Pandemia rapidamente, Marcos Rogério. Uma
emenda do honestíssimo Omar Aziz e do Renildo Calheiros, irmão do honestíssimo
Renan Calheiros, cujo relator era o especialista em medicina intergaláctica, o
Randolfe fala fino Rodrigues… Uma emenda deles permitindo que prefeitos e
governadores comprassem vacina em qualquer lugar do mundo sem certificação da
Anvisa e sem licitação. Quem pagava a conta era eu – assinalou.

O chefe do Executivo também queixou-se dizendo que
no Brasil proibiu-se “falar de tratamento precoce”. Ele criticou suposta
interferência na autonomia médica e também na escolha de pessoas que não
queriam se vacinar.

– Compramos vacina para todo mundo, de forma
voluntária. Nunca exigi passaporte vacinal nem cobrei nada de ninguém, até
porque eu nunca me vacinei. Entendo que isso é liberdade e democracia. É um
direito meu. E estou vivo até hoje – afirmou.

O presidente ainda defendeu que ações do governo,
entre elas, escolher os ministros da Saúde “sem viés político”, auxiliaram no
combate à pandemia no Brasil.

– Creio que essas ações ajudaram em muito a gente a
passar pela pandemia. Com baixas, sim, lamentamos, mas passamos pela pandemia.
Gastamos em 2020 R$ 700 bilhões para atender governadores, prefeitos, nosso
sistema de saúde. E sobrevivemos – acrescentou.

Segundo a assessoria de campanha de Bolsonaro, o
presidente compareceu à sede do Conselho a fim de ouvir as demandas dos
médicos.

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