13 de agosto de 2022




Solenidade presidida pelo pastor Cláudio Duarte ocorre no auditório Nereu Ramos

O presidente Jair Bolsonaro (PL) participa na manhã
desta quarta-feira (3) de culto evangélico no auditório Nereu Ramos, que fica
na Câmara dos Deputados. Ministros do governo e parlamentares da Bancada da
Bíblia marcam presença na cerimônia, organizada pelo deputado Sóstenes
Cavalcante (PL-RJ), líder dos evangélicos no Congresso Nacional, e presidida
pelo pastor Cláudio Duarte.

Bolsonaro chegou ao auditório Nereu Ramos por volta
das 8h20. Sem falar com a imprensa, conversou com parlamentares da bancada evangélica,
como o deputado Marco Feliciano, e se pronunciou ao longo do evento.

No discurso desta manhã, Bolsonaro lembrou que se
aproximou da bancada evangélica ainda enquanto parlamentar por suas posições
contrárias à ideologia de gênero.

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– Todo dia quando me levanto, me concentro,
agradeço pela missão e peço a Deus que meu povo, nosso povo, não sinta as dores
do comunismo. Na economia, Brasil vai muito bem, mas não podemos esquecer o
lado espiritual – declarou, sob aplausos de deputados e senadores evangélicos.

O chefe do Executivo associou seu principal
adversário na disputa pelo Palácio do Planalto, o candidato do PT, Luiz Inácio
Lula da Silva, a um retrocesso na agenda conservadora.

– Nós somos a maioria, somos do bem e tenho certeza
que venceremos essa batalha. Não por mim nem por vocês, mas pelos nossos
filhos. Devo muito aos médicos, mas muitos deles me dizem que quem me salvou em
Juiz de Fora em 2018 foi a mão de Deus – seguiu, em referência ao episódio da
facada.

No discurso, ele também voltou a criticar
signatários dos manifestos articulados em defesa da democracia. Para o chefe do
Executivo, quem assinou o que chamou de “cartinha” não tomou posição nas
restrições sanitárias impostas por governadores no auge da pandemia de
Covid-19.

– Vocês todos sentiram um pouco do que é ditadura.
E nenhum daqueles que assinam cartinha por aí se manifestaram naquele momento –
afirmou o presidente, que critica as medidas de contenção do coronavírus por
seus impactos econômicos.

*Com informações da AE


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