13 de agosto de 2022




Comentaristas do programa Os Pingos nos Is, da Jovem Pan, analisavam ações da
oposição que pedem investigação do presidente Jair Bolsonaro por falas sobre o
processo eleitoral

Partidos de oposição recorrem ao Tribunal Superior
Eleitoral (TSE) contra as declarações feitas pelo presidente Jair Bolsonaro
(PL) durante reunião com embaixadores no Palácio da Alvorada. Nesta
terça-feira, 19, o PDT entrou com uma ação na Corte Eleitoral pedindo que sejam
excluídos os vídeos do encontro, onde o chefe do Executivo faz ataques às urnas
eletrônicas e o sistema eleitoral. 

O partido pede que o Facebook e Instagram
retirem as publicações do perfil oficial do chefe do Executivo e que as
plataformas, assim como o Partido Liberal e o presidente sejam multados por
divulgação de propaganda antecipada. 

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Nesse mesmo sentido, a Rede Sustentabilidade
também deve entrar com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral contra
Bolsonaro, pedindo a condenação e multa do presidente e do Partido pelas falas
contra o sistema eleitoral e propaganda antecipada. “Não haverá trégua à
escalada fascista e autoritária de Jair Bolsonaro”, disse o senador Randolfe
Rodrigues (Rede) em uma publicação.

Durante sua participação no programa Os Pingos nos
Is, da Jovem Pan, a comentarista Ana Paula Henkel comentou sobre as declarações
do presidente de risco de fraude nas eleições. Segundo ela, outros políticos e
atuais pré-candidatos à República, como Ciro Gomes, Lula e Simone Tebet, também
já defenderam o voto impresso e questionaram o sistema eleitoral. “A pergunta é
o que mudou? 

Por que essa oposição inútil, imatura, histérica e de mão dadas
com o STF, mudou de 2015 para cá? Quando Simone disse ‘será que o meu voto
depois de depositado se concretiza’. Será que é uma pauta única,
exclusivamente, do presidente Jair Bolsonaro que está dando voz às ruas ou era
uma desconfiança mais ou menos geral do nosso cenário? 

Essas perguntas ficam
cada dia mais difíceis de serem respondidas, porque parece que houve uma
mudança muito grande. Quanto mais o Supremo, essa composição, insiste em
sufocar o debate legítimo sobre a transparência das urnas, mais desconfiados
ficamos”, questionou a analista. 

Em fala com os embaixadores na segunda, o
presidente mencionou, entre outras coisas, que “hackers ficaram por oito meses
dentro do TSE e eles poderiam alterar nomes de candidatos e transferir votos de
um para transferir a outros”, o que foi rebatido pela Corte Eleitoral.


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